ícone Lupa
ícone Lupa

Restringir à: Título Sub-Título Descrição Conteúdo

Data de Início: Data Fim:

Restringir a busca por conteúdos do tipo: Notícia Na mídia Boletim
Destaque Rute - julho de 2018

SIG Hanseníase se fortalece a partir da colaboração

 
Organizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fundação Alfredo da Matta (Fuam-AM) e Ministério da Saúde (MS) e com colaboração da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o SIG Hanseníase é uma referência entre os grupos de interesse da Rute. O fortalecimento do mesmo foi proporcionado pelo movimento de aproximação que ele buscou junto às instituições integradas ao desenvolvimento ou resolução de problemas ligados ao tema, visando sempre a geração de benefícios para a área e tentando integrar-se com políticas públicas em educação e saúde.  
 
A hanseníase é uma doença negligenciada e o Brasil está entre os três países com as maiores taxas de prevalência e detecção.  Como não há vacina, depende da capacidade diagnóstica e vigilância dos contatos do SUS, como na tuberculose. As unidades docente-assistenciais, além de atuarem na formação de profissionais capazes de lidar com a complexidade do problema e na pesquisa e funcionam como sentinelas da situação do controle da endemia no país. 
 
Nesse sentido, o SIG Hanseníase tem uma agenda antenada com os nós críticos do Programa de Controle Brasileiro e tem ajudado na aglutinação de técnicos e instituições, trabalhando no foco das metas da OMS: Zero criança com deformidades por hanseníase e a visão de um mundo sem a doença.
 
“Entre as conquistas do SIG, citamos a inserção do Núcleo da Fundação Alfredo da Matta (Fuam), em Manaus, importante centro de referência, inclusive para a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e que se junta às demais unidades de referência, Instituto Lauro de Souza Lima, em Bauru, o CREDESH na Universidade de Uberlândia, a Fiocruz e a UFRJ no Rio de Janeiro e os Hospitais Universitários federais de Minas Gerais e do Espírito Santo. A inserção do Programa Nacional de Controle da Hanseníase, na discussão de aspectos polêmicos e implementação de políticas nacionais. Em 2015, foi um canal para a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH) coordenar a elaboração de um consenso sobre a recidiva em hanseníase, um tema controverso e que subsidiou uma nota técnica do Programa Nacional. Creio que o SIG estimulou a equipe da coordenação do Programa na utilização da ferramenta de videoconferência internamente no Mato Grosso do Sul (MS), mesmo com problemas na sua operacionalização”, afirma a coordenadora, Dra. Maria Leide, da UFRJ.
 
Desde seu início, ele promove a difusão e discussão de conhecimentos na área da hanseníase, além de desenvolver um trabalho cooperativo entre unidades de referência e serviços universitários em busca da uniformização de condutas e aprimoramento de boas práticas clínicas em relação ao diagnóstico, condutas terapêuticas e vigilância epidemiológica,
 
Para manter o SIG Hanseníase sempre ativo e com temas relevantes, a coordenadora, Dra. Maria Leide, estimula a comunicação constante entre as instituições organizadoras e os profissionais mais assíduos e engajados no grupo. 
 
A próxima sessão do SIG Hanseníase acontece amanhã, 10/7, de 11h às 12h. Os drs. Sinésio Talhari e Rossilene Cruz, da Fuam, apresentam o tema: “Terapêutica: evolução do tratamento da hanseníase e efeitos adversos da poliquimioterapia”.
 
Confira a agenda completa dos SIGs por aqui.