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Médicos do interior do país poderão tirar dúvidas de diagnósticos por meio de viodeconferência

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/10/23/materia.2006-10-23.5826866859

Autor: Roberta Lopes - Agência Brasil


Brasília - Protocolo de intenções assinado hoje (23) pelos ministros da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, e da Saúde, Agenor Álvares, e pelo secretário-executivo do Ministério da Educação, João Henrique Pain, prevê o desenvolvimento de ações de integração do Ministério da Saúde ao Programa Interministerial de Manutenção e Desenvolvimento da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), dos ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação.

Será desenvolvido um projeto-piloto que vai permitir a ligação em rede de pólos do Programa de Saúde da Família e pontos de prestação de serviços de saúde. Na prática, médicos desse programa que estão no interior do país poderão tirar dúvidas de um diagnóstico com outros profissionais, mais experientes, por meio de vídeoconferências via internet, por exemplo.

 

O projeto também prevê a promoção e difusão de novos conhecimentos além da disseminação de tecnologias de acesso a informações em saúde e qualificação de profissionais.

 

Para o ministro Agenor Álvares, o projeto representa um atendimento melhor para a saúde básica da população. “Todos os pontos básicos da atenção à saúde no país estarão interligados e todas as equipes terão acesso a informações mais seguras".

O diretor-geral da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, Nelson Simões, lembrou que "o projeto vai funcionar com a ligação em rede de alguns núcleos em pontos indicados pelo Ministério da Saúde, inicialmente no interior de oito estados". E que "por meio de conexão de vídeo e voz, via internet, o médico que está no interior do estado poderá se comunicar com um hospital de alo nível em uma capital”, disse.

 

O projeto terá início no próximo ano e serão investidos mais de R$ 146 milhões para compra de equipamentos, treinamento de profissionais e manutenção da rede de computadores. O dinheiro também será usado para investimento em pesquisa na área de saúde e desenvolvimento biotecnológico.

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